Entrevista com Rafael Noleto: bruxo piauiense, sacerdote pagão e idealizador do círculo piaga e da vila pagã

(Via facebook. por José Gil Barbosa Terceiro)

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Rafael Nolêto é Jornalista e Relações Públicas, com trabalhos focados em comunicação e espiritualidade, além de manifestações religiosas e folclóricas do Piauí. Produtor audiovisual, dentre seus documentários, produziu “Finado Gregório, Mártir Milagreiro” (2011), “A Teia Pagã” (2011), “Sabedoria da Mata” (2012) e outros, disponíveis também na internet.

É fundador da Vila Pagã, espaço cultural, turístico e religioso localizado na zona rural de José de Freitas, voltado para a preservação da natureza e da cultura piaga. Com 70.000m², o espaço constitui atualmente uma das maiores áreas de preservação cultural politeísta, em todo o mundo.

Rafael também é sacerdote e coordenador do Círculo Piaga, grupo de pesquisas e práticas da espiritualidade politeísta regional do qual é um dos principais idealizadores/fundadores. Em 2015 lançou o livro “Caminhos Piagas”, abordando a herança ancestral nativa piauiense. Em 2017 lançou o livro “Ao Redor do Eixo”, onde fala sobre os ritos de passagens e celebrações da natureza regional.

Eu conheci Rafael quando participamos de um programa televisivo de debates na Tv Assembléia (o Pauta Cultural), ele falando de bruxarias e do paganismo piaga e eu falando do projeto Causos Assustadores do Piauí. Na época, em uma transmissão ao vivo na TV, ele, além de explicar coisas, ensinou um feitiço simples e revelou-se bruxo. De lá pra cá, mantivemos algum contato via facebook e ele sempre participou, desde então, do grupo dos causos no facebook, comentando meus posts. Recentemente, com a implementação do blog dos causos, resolvi perguntar se ele topava ser entrevistado por mim para eu jogar a entrevista no blog, no que ele concordou. O que você vai ver a seguir é o resultado de referida entrevista realizada via facebook.

José Gil Terceiro: Como você define o termo “pagão”? O que define a espiritualidade “pagã”?

Rafael Noleto: Pagão / Do latim paganus, que significa “Pessoa do Pagus” (pessoa do campo, do lugar). Um pagão é alguém que conserva as tradições do seu lugar de origem, celebrando a magia e a ancestralidade desse local. No contexto da espiritualidade, o paganismo é um movimento cultural e religioso, composto por diversas formas de espiritualidades pagãs. Essas espiritualidades têm em comum 3 elementos: politeísmo, culto à natureza e aos ciclos naturais e culto à ancestralidade sagrada.

José Gil: Como vivenciar o paganismo no Piauí celebrando a magia e a ancestralidade daqui? Em que consiste o culto à natureza na realidade piauiense? E aos ancestrais?

Rafael: Podemos vivenciar o paganismo no Piauí, reconhecendo a sacralidade e a magia da nossa terra e se apropriando de nossas heranças ancestrais. Essas heranças são nossos patrimônios mitológicos, históricos, culturais, o conhecimento sobre o uso dos recursos naturais típicos de nossa zona (as plantas, as pedras). No Piaganismo (Paganismo do Piauí), o culto à natureza representa um momento em que nos percebemos como parte da natureza e buscamos estreitar uma conexão com a mesma. Cada bioma tem suas peculiaridades, inclusive o Piauí. Temos um clima peculiar, com duas estações bem definidas (semestre úmido e semestre seco). Acreditamos que vivenciando esses momentos de passagem, estamos nos conectado à magia da nossa terra.

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Adeptos do paganismo piaga em ritual pagão celebrando a época das flores.

José Gil: E o culto aos ancestrais? Que entidades o paganismo piaga – paganismo piauiense – adora? Qual o significado do termo Piaga?

O termo “Piaga” significa pajé, propagador de fé, sacerdote curador. Também pode significar “nativo do Piauí”. Os Piagas foram antigos povos que viveram no nordeste do Brasil, na região onde atualmente está localizado o Estado do Piauí. Também passaram por regiões vizinhas, mas tinham um de seus principais centros de culto onde hoje é o Parque Nacional de Sete Cidades. Segundo alguns pesquisadores, os Piagas eram um povo panteísta, com divindades que refletiam aspectos da natureza e com um culto solar bastante difundido na região. Foram encontrados muitos vestígios de sua passagem, através de milhares de pinturas rupestres espalhadas pelo Piauí. Acredita-se que a partir do termo Piaga teria surgido também o nome do Estado do Piauí, que significaria “Terra de Piagas”. Uma das mais expressivas figuras encontradas nas representações rupestres piauienses é o “Piaga Alado” (pajé alado), cultuado atualmente pelos membros do Piaganismo, que o consideram uma divindade guardiã da sabedoria mágica ancestral. Enquanto tradição pagã, o Piaganismo celebra diversas divindades, tanto estrangeiras como também endêmicas do Piauí. Dentre algumas divindades e figuras mitológicas celebradas: Macyrajara, Mãe d’Água, Barba Ruiva, Cabeça-de-Cuia, Mestre Babaçu, Senhora Carnaúba, Zamba, etc.

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José Gil: Como harmonizar as diferenças culturais entre as divindades do mais diversos povos? Como o paganismo piaga reúne esses diversos panteões? Por exemplo, não haveria mais de um deus relacionado a um ente natural como a chuva, o vento, o trovão ou a natureza? Qual deles agiria em benefício do devoto?

Rafael: Cada grupo de estudos e práticas do paganismo piaga é denominado “Aldeia”. Cada aldeia tem seu condutor (sacerdote) e guardiões de Linhas. Cada guardião de Linha conduz, na aldeia, o culto a um panteão específico. Antes de saudar qualquer panteão estrangeiro, são honrados os “donos da terra”, ou seja, as divindades e espíritos do panteão piaga. Num rito que celebra a estação das chuvas, por exemplo, cada guardião de linha” evoca uma divindade específica que rege aquele aspecto da natureza. Todos, então, são reunidos ao redor de um mesmo eixo. É um culto multicultural, que põe as diferenças de lado, preservando a diversidade do politeísmo e estimulando um convívio harmônico entre os celebrantes de linhas distintas, dentro de um mesmo sistema.

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Vila pagã e Paganismo Piaga na imprensa piauiense.
José Gil: No panteão piaga existem entidades maiores e menores? Boas e más? Como se classificam? Essas entidades a exemplo do panteão nórdico ou helênico são falhas como o ser humano? Ou são perfeitas?
Rafael:  Não existem divindades totalmente más ou boas, elas possuem essências próprias, que podem vibrar predominantemente de forma positiva ou negativa, podendo ter manifestações variadas. O que pode ser bom para alguns, pode ser mal para outros. Os Deuses são perfeitos em suas imperfeições, pois nos ajudam a aprender inclusive com o que interpretamos como “erros”.
José Gil: Como você se iniciou no paganismo piaga? Quem fundou essa corrente do paganismo? Como surgiu essa corrente?
Rafael: O estudo, resgate, releitura e “ressurgimento” de tradições pagãs é um movimento global. Na Grécia, os gregos resgatam o culto aos antigos Deuses helênicos. Na Rússia e Ucrânia, os eslavos voltam a cultuar seus antigos ritos e divindades. Assim ocorre em todo o mundo, onde grupos de resgate da magia ancestral tomam a frente e levantam a bandeira desse movimento. Desde jovem eu pesquiso as tradições pagãs e também as manifestações mágico-religiosas do Brasil, em especial do norte-nordeste. Eu já seguia o caminho da bruxaria antes de ingressar no Paganismo Piaga, mas faltava algo que me trouxesse mais identificação com nossa realidade. No Piauí, inspirado por esse movimento global, iniciei com outras pessoas o movimento de resgate do Piaganismo, a partir de visitas a sítios arqueológicos, leituras sobre nossa cultura e história, pesquisas sobre nossa mitologia, observação de nossos ciclos e recursos naturais… e assim o “quebra-cabeça” vem sendo montado. Não apenas estamos conseguindo nos conectarmos à magia da nossa terra, como também estamos conciliando isso com a preservação de diversos conhecimentos mitológicos estrangeiros. Eu fundei o Círculo Piaga em 2013, quando foram chegando mais pessoas. Os primeiros membros, após passarem por treinamento, foram consagrados no ano de 2014.
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Adeptos do Paganismo Piaga em ritual pagão.
José Gil: Além dos diversos panteões pagões que tentam harmonizar com a mitologia piauiense, vi em um vídeo você dizer que acredita em Deus. Que Deus é esse que você acredita? Entre essas mitologias, vocês aceitam ou introduzem elementos da mitologia cristã, judaica ou islâmica? Como eles seriam recebidos no politeísmo piaga?
Rafael: Quando uso a palavra “Deus”, me refiro ao conceito de divindade comum à monolatria (uma forma de politeísmo que admite uma grande força divina que se manifesta sob diversas faces, como um princípio criador). Sou politeísta, então, não acredito na personificação de um deus único, mas sim em várias divindades. Na minha concepção, cada parte da natureza é uma manifestação divina.
José Gil: Eu perguntei isso porque a igreja católica em Teresina iniciou um procedimento de beatificação de gregório, afim de que seja convertido no primeiro santo piauiense e vocês também parecem acreditar que Gregório possa concretizar feitos, atender pleitos. Penso isso porque você mantém um site sobre Gregório e já fez um documentário sobre o mesmo. Aliás, no politeísmo afro-brasileiro se incorporou a imagem de alguns santos católicos representando entidades dos cultos de origem africana. Haveria alguma relação assim no paganismo piaga ou seria diferente? Como vocês vêem os santos da igreja católica?
Rafael: Acreditamos em Gregório como um espírito, compondo a Linha das Almas Benditas. Ele e outras figuras semelhantes, considerados “santos populares” são celebrados por nós, mas de forma diferente da que é conduzida nos ritos cristãos.
José Gil: Ah! Falando nisso temos em Altos uma “alma bendita”, que para outros seria um santo. Trata-se de um vaqueiro que foi enterrado vivo e o povo daqui cultua ele. Dizem que ele já atendeu vários pedidos e já fez alguns milagres… Explica melhor de que forma essas “almas benditas” podem agir em prol de seus devotos e de onde extrairiam seus “poderes” se posso assim dizer…
Rafael: No Paganismo Piaga, trabalhamos com 5 panteões nativos, denominados Linhas. Dentre as linhas nativas, temos: Linha dos Encantados, Linha do Culto Índio, Linha dos Deuses Nativos, Linha Piaga e Linha das Almas. Na Linha das Almas, estão os espíritos que passaram por uma vida terrena e, a partir de uma experiência de ascensão espiritual, tornaram-se espíritos iluminados, cuja energia é nutrida pela devoção de seus fiéis. A partir dessa energia canalizada, esses espíritos atuam no nosso plano, promovendo curas, limpezas e realizando outras graças.
José Gil: Existem outras espécies de almas/espíritos?
Rafael: Sim. Assim como há almas benditas, também existem almas penadas, espíritos que não encontraram a paz após a morte e seguem vagando e até assombrando os vivos. Na Linha do Culto Índio temos espíritos também, só que são entidades de origem indígena, que viveram em alguma aldeia.
José Gil: pode falar melhor sobre essas linhas?
Rafael: No Piaganismo trabalhamos com duas Correntes (grupos de panteões): Corrente Colona e Corrente da Terra. Cada Corrente é composta por várias Linhas. Uma Linha é um panteão, ou seja, um grupo de divindades. Na Corrente Colona temos 15 Linhas, ou seja, 15 panteões estrangeiros. Na Corrente da Terra temos 5 panteões nativos brasileiros: a) Linha dos Encantados: Entidades que não passaram por uma morte física, se encantaram. Podem se manifestar sob forma de animais. b) Linha Piaga: Entidades autóctones da mitologia piaga. c) Linha do Culto Índio: Espíritos indigenas, caboclos. d) Linha das Almas: Espíritos que viveram entre os homens. e) Linha dos Deuses Nativos: Divindades de origem indígena brasileira.
José Gil: e demônios, existem?
Rafael: Daemons são gênios, podem ser bons ou maus. Diferente do conceito cristão, não são necessariamente entidades ruins. Não cremos na figura de um diabo que represente o mal absoluto.
José Gil: Você se diz um bruxo. Qualquer um pode ser bruxo? De onde os bruxos tiram seus poderes? Existe uma conexão entre a natureza, os seres vivos e a magia? Os feitiços dependem da fé do feiticeiro? E a pessoa a quem se dirige um feitiço se ela não acreditar nessas coisas pode ser vulnerável a tais feitiços?
Rafael: A bruxaria é a arte de manipular energia, moldá-la conforme sua vontade, utilizando sua energia pessoal, a energia divina, a energia de elementos da natureza, o poder mental ou a energia de entidades. Cada bruxo tem afinidade com determinado tipo de magia e tem sua própria fonte de força. Nem todos podem ser bruxos, pois além de dom, é preciso ter estudo, dedicação e responsabilidade, coisa que nem todos possuem. A magia acontece independente da pessoa acreditar ou não, tanto que feitiços sigilosos às vezes são mais eficazes.
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Rafael Noleto ensinando a fazer um feitiço para afastar maus espíritos no Programa Pauta Cultural da TV Assembléia, de Teresina – Piauí, no Halloween de 2016.
José Gil: Distinga a figura do bruxo Piaga daquela figura do bruxo do imaginário popular…
Rafael: Um bruxo piaga trabalha basicamente com a magia da terra, com elementos minerais, vegetais e outros itens mágicos facilmente encontrados em nossa região (Piauí, Nordeste). Busca conhecer as plantas nativas, trabalha com poções, com a ajuda dos Encantados, com benzeduras mágicas. O caminho da bruxaria piaga é caracterizado pela profunda conexão com o nosso bioma específico.
José Gil: Simbologia, tarô, adivinhações, sonhos, numerologia, sacrifícios, ervas e raízes… existe isso no paganismo piaga?
Rafael: Não trabalhamos com sacrifícios animais em nossos ritos. Geralmente na magia, quando usamos elementos animais, são achados na natureza. Exploramos mais a magia das ervas. Alguns bruxos piagas trabalham com oráculos.
José Gil: e os símbolos?
Rafael: Também. Especialmente grafismos rupestres e outros com inspirações nos padrões rupestres piagas.
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José Gil: A par do que pensa o senso comum ao dizer que “pagão é uma pessoa sem religião”, você definiria o paganismo piaga como uma religião? Onde vocês se reúnem?
Rafael: Defino o Piaganismo como uma espiritualidade, uma religião nativa piauiense. Mas também é muito mais que uma espiritualidade, é um movimento de resgate e reconhecimento de nossas heranças mágicas ancestrais. Temos praticantes do Piaganismo espalhados pelas cidades de Teresina, Floriano, Parnaíba e São Raimundo Nonato. Mesmo tendo vários locais naturais considerados sagrados, nosso centro de culto na atualidade é a Vila Pagã, na Zona Rural de José de Freitas.
José Gil: Fale um pouco sobre a vila pagã. Ela vai além de um centro de culto? é também um local turistíco ou cultural? Está aberta ao públlico?
Rafael Noleto: A Vila Pagã é um centro cultural, turístico, habitacional e religioso. Com cerca de 70.000 metros quadrados, o complexo possui espaço para construção de museu, biblioteca e outros espaços do tipo. Constitui atualmente uma das maiores áreas de preservação da cultura politeísta, em todo o mundo. É aberta à visitação em dias de atividades litúrgicas. Também é aberta a grupos de estudos e visitantes em geral, que desejem conhecer melhor as tradições pagãs ou estar em contato com a natureza.
José Gil: Fale um pouco sobre suas outras faces: jornalista, produtor audiovisual, escritor… algum projeto futuro ou em andamento?

Rafael: Sou jornalista e relações públicas formado pela Uespi. Trabalho atualmente com marketing digital e político, além de publicidade e produção audiovisual. Produzi alguns documentários acerca da espiritualidade, como o “Finado Gregório, martir milagreiro”; “Sabedoria da Mata”; “A Teia Pagã”; “La Magia Afro brasiliana”. Na literatura, também tenho trabalhos no campo de estudo da mitologia e espiritualidade. Dentre as obras: CaminhosCaminhos Piagas (2015); Ao Redor do Eixo (2017) e também participei do livro “Lo Sciamanesimo Afroamerindio”, publicado na Itália (2013), onde escrevi um capítulo sobre cultos da Encantaria Brasileira. Estou finalizando meu próximo livro sobre arquétipos divinos e seres míticos piagas, que pretendo lançar ainda este ano.

José Gil: Existe a noção de pecado ou idéia equivalente no paganismo piaga? Como a moral piaga entende que deve agir uma pessoa boa?

Rafael: Não existe pecado, mas há crença em princípios morais. Uma pessoa boa, mesmo reconhecendo suas falhas, busca agir de acordo com os princípios morais que exaltamos: respeito, solidariedade, fraternidade, amizade, generosidade, etc.
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Adeptos do paganismo piaga celebrando a chegada das flores.
José Gil:  As lendas e mitos para você tem alguma importância para além da função espiritual no paganismo piaga?
Rafael: Os mitos e lendas são reflexos da espiritualidade, da cultura, da história e da essência de um povo. No Piaganismo, além da função espiritual, o conhecimento acerca das divindades de nosso panteão nos ajuda em nossa jornada de auto conhecimento. Algumas lendas refletem fatos históricos, tradições… Mitos são importantes dentro do contexto cultural de qualquer povo.
José Gil: o que você acha do projeto Causos Assustadores do Piauí?
Rafael: Acredito que o projeto é mais uma prova da força e resistência de nossa cultura oral, especialmente de nossos mitos e lendas, transmitidos ao longo dos anos, despertando o interesse e a curiosidade das novas gerações. Acho o máximo e torço para que os idealizadores persistam nessa árdua missão de preservar esses relatos de nossas assombrações e mitos piagas.
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