POLTERGEIST E PARAPIROGENIA (COMBUSTÃO ESPONTÂNEA) EM PEDRO II

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Aqui no blog já fizemos alguns posts sobre Poltergeists (ver aqui e aqui), de modo que não vou me delongar em explicar o que seja isso, até porque se você tem o costume de ver filmes de terror, já deve ter ouvido falar do assunto. Assim nos limitaremos a conceituar o fenomeno, que é estudado tanto pela Parapsicologia, como pela Projeciologia, como pela doutrina espírita.

Waldo Vieira, em seu livro “Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano”, define o Poltergeist como “fenômenos inteligentes, ruídos, alterações ou pertubações físicas diversas normalmente inexplicáveis”. Acrescenta ele que “as ocorrências de poltergeist são em geral atribuídas consciências extrafísicas ou consciexes nas proximidades de uma pessoa focal dos eventos, fonte de energia responsável pelo trabalho mecânico desenvolvido na movimentação dos objetos (psicocinesia) quase sempre criança, rapaz ou moça, na puberdade ou adolescência, chamado no caso epicentro fenomenologico”.

O autor elenca 13 fenomenos básicos que compõem o fenômeno poltergeist:

1) Transportes de objetos

2) Litotelergia (vôos de pedras)

3) Ações às vezes desenvolvidas de forma violenta

4) Movimentos anormais de móveis pesados

5) Quedas de praatos, copos, talheres e outros objetos frágeis

6) Estalidos surpreendentes

7) Correntes de ar

8) Batidas de portas

9) Marcas, riscos, escritos e desenhos em paredes e assoalhos

10) Odores diversos

11) Aparições fantasmagóricas

12) Assombramentos ou ocorrências em lugares ditos como assombrados.

13) Parapirogenia Projetiva (Combustão Espontânea)

A Parapirogenia Projetiva ou Combustão Paranormal Espontânea, popularmente conhecida como Combustão Espontânea, é um fenômeno sem nenhuma causa aparente, muitas vezes confundido com obra assombração ou fenômeno paranormal. É um fenômeno estranho às ciências naturais, sendo objeto de estudo de ciências como Projeciologia e Parapsicologia e é comum em casos de Poltergeist, mas pode ocorrer sem a conjunção de qualquer outro elemento fenomenológico Poltergeist.

Por ser fantástico demais para crer muitos casos são considerados fraudulentos, criminosos, ou até acidentais, com explicações científicas forçadas e esdrúxulas pelas outras ciências. Já se tentou explicar o fenômeno apelando para cigarros deixados cair sobre roupas e incendiado as vítimas; ou então criminosos que teriam tentado apagar vestígios queimando as vítimas, mas o fato é que não é qualquer fogo que produz tais efeitos: as temperaturas necessárias para carbonizar uma pessoa da forma que ocorre nos fenômenos considerados parapirogenia só seriam possíveis de ser obtidas em fornos crematórios, durante muitas horas, visto que das partes atingidas não restam muito mais que cinzas.

Waldo Vieira, na obra já mencionada, define a Parapirogenia como sendo uma “combustão na dimensão intrafísica causada pelas energias conscienciais do projetor humano projetado”. Complementa dizendo que este, “responsável pela parapirogenia projetiva, constitui-se inconscientemente, em um incendiário, sem ser, no entanto, um piromaníaco”.  O autor classifica, assim, a parapirognia como um fenômeno raro e inconsciente, de modo que a consciência do projetor não guarda recordação do ato praticado.

O parapsicólogo Ronaldo Dantas Lins, em seu artigo “A FOTOGÊNESE SOB O ENFOQUE DA TEORIA QUÂNTICA”, apresentado no Primer Encuentro Iberoamericano de Parapsicologia , realizado no período de 15 a 17 de novembro de 1996, em Buenos Aires, Argentina, sugere a classificação da Parapirogenia Projetada da seguinte forma: a) Autoparapirogenia – sobre o próprio agente projetor; b) heteroparapirogenia – sobre objetos inanimados e sobre outros seres vivos.

O Espiritismo também se ocupa do Poltergeist e da parapirogenia. Para os espíritas esses eventos são comuns na presença de uma pessoa dotada de determinados dons mediúnicos. Manifesta-se em marcas e impressões supranormais de mãos de fogo. Seria a queima inexplicável de coisas e pessoas.

Pode ser causada por espíritos: a) do bem, que se servem do poltergeist e da parapirogenia como fenômeno mediúnico de efeitos físicos para chamar a atenção e atender o seu objetivo; b) brincalhões (zombeteiros) ou vingativos que, provocando tais efeitos, se divertem com o apuro pelo qual passam as suas vítimas.

O médium, no caso, é quem fornece a energia, o fluido para que o Espírito, associando o seu próprio fluido, consiga realizar o que pretende.

Por mais difícil que seja acreditar, são centenas de casos de Poltergeist e/ou Parapirogenia registrados na história humana que desafiam a inteligência de policiais e cientistas. O mais assustador na parapirogenia é que parece ser um fogo que queima de dentro para fora, de modo que pessoas e objetos ao redor, são pouco afetados, ou mesmo de jeito nenhum, embora presuma-se que as temperaturas possam chegar a 2500 ° C.

Agora, caro leitor, se você é daqueles que não acreditam facilmente nessas coisas e acham que isso é invencionice popular ou informação sensacionalista, devo lhe advertir que, sendo morador do Piauí como eu, pode checar facilmente um caso real de Poltergeist combinado com Parapirogenia ocorrido em nosso estado. Para isso bastará se deslocar até a cidade de Pedro II e procurar pelas testemunhas.

O caso, bem documentado por fotografias e muito bem analisado, foi-nos apresentado por Reinaldo Coutinho em seu artigo Parapirogenia: o fogo maldito em Pedro II, publicado no site do Portal Piracuruca. Apesar do artigo vir com esse nome, em outro ponto não transcrito, o próprio autor concorda que tenha havido um Poltergeist em que se apresentou a Parapirogenia. Concordamos com isso, pois Francisco, proprietário da casa em que se manifestaram os fenômenos, a certa altura afirma que antes do fogo, no mais das vezes, era comum objetos se moverem. No artigo, um padre entrevistado afirma que um ano dos eventos em Pedro II ocorreu fenômeno semlhante na vizinha cidade de Domingos Mourão, só que menos intenso.

Por estar muito bem escrito e analisado, daqui por diante transcreveremos o relato de Coutinho para que possa você também tomar conhecimento do ocorrido.

(…) Passava-se o ano de 1996 quando pesquisávamos sítios arqueológicos e outras antiqualhas por aquele aprazível e serrano Município. É a Suíça Piauiense, famosa por seu clima ameno, magníficas serras escarpadas, fenômenos ufológicos, pedras preciosas (opalas) e artesanato têxtil variado, principalmente de belíssimas redes.

Soubemos então de um estranho caso, que de imediato nos prendeu a atenção. Na sede do Município, uma modesta casa do bairro Vila Operária teria sido palco de apavorantes fenômenos de parapirogenia no ano anterior ao da nossa visita.

Juntamente com o jornalista hispano-brasileiro Pablo Villarrubia Mauso e nossa amiga Lourdes Frota nos dirigimos até a casa de número 214 da Rua União pertencente ao Sr. Francisco Feitosa e dele anotamos o pacientemente o caso macabro.

Sr. Francisco nos conte tudo desde o princípio. – Pedimos.

Pois bem! Tudo começou no início de outubro do ano passado (1995) e terminou cerca de 10 de novembro. As coisas aqui de repente começaram a tocar fogo sem que ninguém por perto acendesse coisa alguma. Queimava tudo em qualquer cômodo da casa. Tanto fazia ter ou não ninguém por lá. Tudo queimava do mesmo jeito. Aí começou a agonia e o desespero da gente. Era medo e aquela sensação de impotência danada. Imagine, aparece fogo aqui e acolá nas coisas de sua casa, e você não pode fazer nada, não sabe nem de onde vem aquilo.

E como era esse fogo?  Descreva-nos detalhes. – Pedimos.

A gente não sabe o que fazia as coisas pegarem fogo. Vinha de onde menos a gente esperava. Queimava tudo. Eu sei é que tudo queimava sem mais nem menos. E mesmo os lugares fechados como a petisqueira queimavam. Queimaram rede, escova de dente, colchão, rádio-gravador, sofás, roupas e tudo mais.

 E como começava o fogo?

Começava por onde menos se esperava. Às vezes num canto, às vezes num lugar fechado. Era quando menos a gente esperava. Não tinha assim um padrão ou uma sequência não.

E muita gente viu este fogo começar de maneira espontânea?

Se viu? Minha mulher Maria, meus filhos, sobrinhos e a população quase toda da rua. Quer mais? – Nos disse com certo nervosismo o Sr. Feitosa.

 E foi muita coisa queimada?

Se foi? Perdemos quase tudo. Num sobrou quase nada. Pra gente que é pobre ficamos mais pobre ainda. Quando essa coisa medonha começou a queimar tudo, levamos as coisas para a casa dos vizinhos e o fogo continuou mostrando que a coisa era pessoal e se transferia pra onde a gente levava as coisas. Também quando a gente tirava as coisas de casa e levava pro quintal as coisas queimavam. Dava um desespero danado na gente.

Às vezes, antes de começar a pegar fogo nas coisas, algumas coisas caíam no chão das prateleiras e mesas, sem ninguém tocar. Caíam copos, livros, discos, tênis… Tudo acontecia durante o dia. A gente ficava apavorado e rezava..

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Alguns maçons teriam sido convocados para rezar no local. Assustaram-se ao observar que as chamas nos objetos aumentaram com a presença deles. Foi o que colhemos de populares das vizinhanças.

Um crente, um tal de Antônio Ramos leu um trecho da Bíblia e um foco de incêndio numa cama se apagou…

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Se o Sr. Francisco Feitosa conseguiu fazer algum tipo de fraude, enganando habilmente dezenas de pessoas, fez um péssimo negócio. Com efeito, ante enorme prejuízo de objetos domésticos queimados, a comunidade efetuou uma campanha para arrecadar fundos para repor alguns bens à família. O arrecadado não passou de 25 reais… O suficiente para comprar uma rede…

Ademais, sabe-se que durante alguns dias alucinantes do fenômeno, o Sr. Feitosa, ao presenciar impotente as chamas a lhe devorar os pertences caseiros, saiu correndo desesperado até a delegacia, solicitando sua própria prisão, como que enlouquecido pelo pavor.

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Dizem os parapsicólogos que neste tipo de fenômeno há sempre um foco, geralmente um jovem ou adolescente, com tal energia descontrolada. Com pouco equilíbrio psicológico, o jovem seria o responsável pelas manifestações paranormais.

Pensou-se num bebê de 7 meses, neta do Sr. Feitosa. Afinal, certo dia a rede em que o inocente dormia teve vários focos de incêndio. A criança não se feriu, sendo retirada a tempo.

Após observarmos minuciosamente o ambiente em que ocorreu o estranho fenômeno, passamos a colher mais informações na comunidade pedrossegundense.

Foi durante nossas indagações pela cidade que soubemos que o pároco da época na Cidade, o jovem padre Paulo, acompanhou de perto o fenômeno.

Dirigimo-nos então à sua residência no intuito de nos informar melhor sobre o inusitado caso. Encontramos, pois o jovial e alegre sacerdote Paulo Roberto Cavalcante, cearense de apenas 34 anos (em 1996), erudito e com grandes conhecimentos de parapsicologia.

Simpático, brincalhão e irreverente, o padre nos contou o que se passara:

Na verdade, acredito que o foco do fenômeno esteja na nora do Sr. Francisco, de nome M.

E por que o Sr. diz isso?-Indagamos.

Ele parece que tem muito medo dela. Ela é muito estranha e arredia. Ela tem apenas 20 anos, é casada com um filho de seu Feitosa e mãe do bebê que quase se queimou na rede. Essa moça tem sérios problemas de distúrbios psíquicos. Ela é esquisita e já jogou pragas contra mim. Desde o começo de tudo eu percebi que era ela o foco do fenômeno paranormal. Ela e a mãe frequentaram terreiros de macumba próximos de onde moram. Você vê, há um ambiente escuro e nefasto rondando aquela casa, com muita energia negativa, capitaneado pela jovem. Aliás, sempre o fogo espontâneo acontecia quando ela se zangava com algo ou discutia com alguém. Dizem que uma vez ela fixou a vista numa rede e esta começou a arder…

E o que o Sr. fez? Foi solicitado a realizar algum tipo de exorcismo?

Fui sim. Mas a primeira coisa que fiz ver ao Sr. Francisco Feitosa era que o centro da coisa horripilante era a M., casada com o filho dele e mãe do bebê. Pedi que ele a mantivesse afastada deles por uns dez dias. Assim eles fizeram e mandaram-na visitar algum parente sob algum pretexto. O resultado é que nesta ausência não aconteceu nenhum fogo misterioso. Porém depois ela voltou e os fenômenos continuaram.

E você presenciou alguma vez o fogo maldito?– Indagamos.

Sim. Uma vez eu cheguei a ver o colchão já ardendo. Curioso é que queimava como se fosse de dentro para fora.

Nós observamos e fotografamos este colchão na residência do ocorrido. Realmente parece ter sido mais intensamente queimado no seu interior e muito menos nas porções superficiais. Assim também os outros objetos. Se o Sr. Feitosa fosse um fraudador, o seria muito hábil.

E o exorcismo, o Sr. realizou?- Indagamos ao padre.

Não, a minha igreja não me autorizou. Porém tomei uma atitude que surpreendeu a todos.

E qual foi a sua atitude?- Quisemos saber.

Aqui em Pedro II há uma igreja protestante, a Deus é Amor. Eu recomendei ao Sr. Francisco que levasse o caso a eles.

Mas por que a esta igreja?- Perguntamos.

Eles têm um poder psicológico de persuasão muito grande entre a população mais simples, mais inculta. Eles vão logo falando na expulsão do Satanás e a pessoa se impressiona muito, sente calafrios e se enche de emoções. Isso poderia resolver ou amenizar o problema.

Mas, o Sr. tem certeza de que o foco da questão era mesmo M.?

Sim. Todos tinham pavor dela. Chegavam ao ponto de atribuir o fenômeno ao bebê, com medo de citar o nome dela. Ela ameaçava todos.

E houve a cerimônia de exorcismo dos pastores da Igreja Deus é Amor?

Creio que não. Eles não quiseram. Aos poucos o fenômeno diminuiu de intensidade. À medida que diminuía as pessoas ligavam menos para o caso. Mas veio gente de muito longe por causa disso.

Nós sabemos que Pedro II é a terra dos fenômenos celestes ditos ufológicos. Dos mais velhos às crianças, todo mundo diz que já viu algo fantástico nos céus. E sobre a parapirogenia referida, foi o primeiro caso do Município?- Quisemos saber do padre Paulo.

Não. Já havia acontecido no ano anterior, ou seja, em 1994, na casa da mãe de um ex-prefeito do vizinho Município de Domingos Mourão. Lá foi muito menos grave do que esse, mas também havia um moço como foco. Também houve muito tumulto. Mas foi menos duradouro. – Concluiu o religioso.

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O que é certo é que, haja o que tiver acontecido não podemos crer que tudo isso fosse fraude, perpetrada por pessoas tão simples, que perderam a maior parte de seus pertences. Mesmo porque as testemunhas, algumas delas esclarecidas até em fenômenos parapsicológicos, como o padre Paulo, nos asseguraram a veracidade dos fatos.

Além do que, o fenômeno foi presenciado por dezenas de outras pessoas idôneas, dos mais diversos graus culturais e crenças religiosas.

O que é certo é que, haja o que tiver acontecido não podemos crer que tudo isso fosse fraude, perpetrada por pessoas tão simples, que perderam a maior parte de seus pertences. Mesmo porque as testemunhas, algumas delas esclarecidas até em fenômenos parapsicológicos, como o padre Paulo, nos asseguraram a veracidade dos fatos.

Além do que, o fenômeno foi presenciado por dezenas de outras pessoas idôneas, dos mais diversos graus culturais e crenças religiosas. (…)

Eu, pessoalmente, não sou dos mais céticos. Concordo com a máxima shakesperiana de que “Existem mais coisas entre o céu e a Terra do que podem supor nossa vã filosofia”. Num passado, muito do que conhecemos hoje era incompreensível aos seres humanos de então, de modo que se nos encontrássemos com um deles, passaríamos por bruxos ou feiticeiros. Não é porque minha mente não pode compreender um fenômeno que necessariamente ele precisa ser fraudulento ou mesmo demoníaco. A ciência efetua, a cada dia, novas descobertas. Esse é um bom exemplo, pois não é porque ainda não havia sido descoberto algo, que ele não existia. Antes da invenção do microscópio não se conhecia o mundo unicelular, mas ele já existia. Às vezes, tudo que é necessário é acreditar no fantástico. Quem sabe um dia nossa mente possa conceber uma explicação  razoável para esses fenômenos, se é que já não encontrou por meio da parapsicologia, da projeciologia e do espiritismo…

FONTE:

http://www.piracuruca.com/index.php/fenomenos/202-parapirogenia-o-fogo-maldito-em-pedro-ii

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/10/ciencia-explica-o-bizarro-fenomeno-da-combustao-humana-espontanea.html

http://broncanotrombone.blogspot.com.br/2009/08/espiritos-zombeteiros.html

http://www.oconsolador.com.br/ano5/252/classicosdoespiritismo.html

http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3667&stat=0

https://books.google.com.br/books?id=hgSsBwAAQBAJ&pg=PA185&lpg=PA185&dq=PARAPIROGENIA&source=bl&ots=-4TGOYEkmG&sig=9aeTRgwEge2rKt9u_xeGpO6slx0&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjfvIX5yJLXAhVEHZAKHVDfAOsQ6AEIXDAM#v=onepage&q=PARAPIROGENIA&f=false

http://parapsicologia.org.br/site/wp-content/uploads/2016/04/A-FOTOGÊNESE-SOB-O-ENFOQUE-DA-TEORIA-QUÂNTICA.pdf

 

TEXTO: JOSÉ GIL BARBOSA TERCEIRO

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