OS OVNIS DE MIGUEL LEÃO

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Em 1999, a pequena cidade de Miguel Leão, a 88 km de Teresina, uma série de avistamentos de OVNIS aterrorizou a população. Não se tratava de um ou outro caso de avistamento. Muitos habitantes o viram. O objeto aparecia na forma de uma luz forte em formato de antena parabólica, com aproximadamente 30 metros de diâmetro, que perseguia os moradores. As pessoas não se atreviam a sair nas ruas à noite. Todos tinham medo.

Em razão disso, o repórter Wellington Raulino, da TV Meio Norte, visitou a cidade para fazer uma reportagem. Colheu inúmeros depoimentos e chamou a atenção do Piauí e do resto do Brasil para o que estava ocorrendo no pequeno município. Na época, Miguel Leão era uma cidade pequena, de gente calma e trabalhadora. Não haviam crimes. A delegacia não registrava uma ocorrência grave há mais de um ano.

Entre os depoimentos colhidos, o repórter ouviu Dona Edite e sua filha Neuma. No dia 28 de maio de 1996, as duas voltavam da cidade de Monsenhor Gil no veículo da família com outras pessoas, quando Edite viu uma luz na pista que os seguia. Em um primeiro momento imaginou que era um carro, mas depois, ao olhar novamente, viu o reflexo da luz flutuando acima da pista. Como já haviam ocorrido alguns avistamentos anteriores a e população de Miguel Alves já comentava o assunto, os ocupantes logo deduziram que era “o bicho que pegava gente” que os seguia, e todos ficaram muito nervosos, chorando, de modo que Dona Edite pediu calma e o motorista acelerou o veículo, enquanto Neuma rezava e outros choravam. Depois de um tempo, perceberam que o objeto não os seguia mais e reduziram a velocidade. Mais à frente perceberam que ele vinha novamente atrás deles, flutuando acima da pista bem próximo deles. Nesse momento Dona Edite pediu que o motorista parasse o carro para que corressem ou o “bicho” iria pegar a todos. O filho Décio, que dirigia o carro, ainda parou, e desceram todos, mas como a luz que os seguia também parou, resolveram entrar no carro e seguir em frente. Deumar, que também se encontrava no veículo, descreveu o objeto como uma luz que parecia feita de fogo, com duas rodas, uma vermelha, mais externa, e outra amarela, mais interna.

Um outro caso de avistamento foi narrado à reportagem por Raimundo Alves da Rocha, que ia para a roça por volta das 5 horas da manhã, quando se aproximando do local das plantações, encontrou um amigo que iria para a roça também e lhe apontou o “aparelho” por entre as folhagens. Como o brilho apagou, depois de um tempo resolveram seguir caminho. Quando chegaram no meio da roça, viram o OVNI levantar  na vertical “como faz um helicóptero” e ao alcançar uma certa altura, partiu no rumo deles, ocasião em que correram e se esconderam entre as plantações de arroz. O tal “aparelho” passou voando por cima deles “da altura de um poste”  e ficou rondando a área como que procurando por eles, até que depois de um tempo, o objeto desistiu e partiu, sumindo no céu. O agricultor contou ainda que o objeto era uma luz forte e que em cima dele tinha um ferro com uma luz na ponta, como que uma antena, e que depois de um tempo, esse ferro baixou e encaixou na luz, como se fosse o periscópio de um submarino.

Retratos falados dos OVNIS pela polícia de Miguel Alves – PI

O delegado da cidade, Tenente Pilar, passou a investigar o caso após aproximadamente 30 ou 40 pessoas terem procurado a Delegacia para informar a aparição do OVNI. A investigação, com retratos falados e oitiva de testemunhas, foi encaminhada ao DPI – Departamento de Polícia do Interior na coordenação da polícia civil na Secretaria de Segurança na capital. Todas as testemunhas informam ser o mesmo objeto, que emana a mesma intensidade de luz. O delegado disse ao repórter que pela sua experiência considerava o fenômeno como de origem extraterrestre.

A REPERCUSSÃO DA REPORTAGEM

Depois da reportagem, o pânico na cidade aumentou ainda mais. A situação estava sem controle, e o número de vítimas era muito maior e crescente, o DPI solicitou a Aeronáutica ajuda. Pilar teria relatado que ficou surpreso com a chegada de uma equipe de investigadores militares. Permaneceram na região das 17:00 as 00:00 horas, e munidos de equipamentos fizeram os procedimentos de análise. Visualmente presenciaram naquele dia a aparição de um objeto que foi caracterizado como objeto voador não identificado (Ovni). O fenômeno teria persistido por alguns meses ainda.

A reportagem chamou ainda a atenção de ufólogos de todo o Brasil. Membros da UPUPI -União de Pesquisas Ufológicas do Piauí, estiveram no local por diversas vezes e fizeram vigília e colheita de depoimentos, que mostram que os fenômenos já ocorriam bem antes da reportagem, desde o início dos anos 1990, no mínimo, e perduraram por muito tempo, havendo casos registrados já no ano de 2004 e 2005.

MAIS DEPOIMENTOS COLHIDOS PELA UPUPI

Ouvindo o Sr. Araújo, a equipe da UPUPI descobriu outros fatos acontecidos entre 1993 e 1998. O primeiro deles ocorreu com Maria da Cruz, morada do município. A mesma saiu para colher buriti (fruto típico de nossa região) nas matas próximas de Miguel Leão (1,5 Km distante). Era noite e ao chegar próximo de uma arvore com este fruto foi surpreendida com um facho de luz fortíssimo que se projetou sobre a mesma. Apavorada, retornou correndo a cidade por um percurso muito doloroso. Passou sobre uma vegetação conhecida por macambira (muitos espinhos), chegando com as pernas completamente ensangüentada. O médico  da época, Sr Altamiro (hoje falecido) foi quem deu assistência a vitima.

image005Araújo contou também o caso ocorrido com o agricultor conhecido como “budim”. Este acordava normalmente pelas cinco horas da manhã e seguia para a roça em época de plantio ou colheita. Na época havia, participado de uma festa e acordou mais cedo imaginando ser o habitual. Como estava no período do horário de verão, seguiu caminho com destino a sua plantação. Ao chegar percebeu que o amanhecer ainda estava longe e havia se atrapalhado. Deitou embaixo do rancho, quando foi surpreendido por uma intensa luminosidade que se projetou sobre o teto de onde estava. Neste instante ficou imóvel e só a observar o que se passava no alto. O seu cachorro ficou grunhindo baixinho e assustado. A luz era tão intensa que atravessava as palhas e iluminava tanto o chão, que era possível se achar uma agulha. Com um pequeno  deslocamento do objeto luminoso, então conseguiu visualizar melhor o referido “aparelho”. Tinha o formato e dimensão de um tambor de 200 litros. Ficou alguns instantes a observá-lo até que desapareceu num pisca de olhos. Diante da experiência passou aproximadamente três meses traumatizado com o fato e ausentou-se de sua roça.

Araújo lembrou-se ainda de que em 1998 no povoado conhecido como capina, distante uns três quilômetros de Miguel Leão, alguns alunos que vinham estudar na sede do município, não compareciam as aulas noturnas em certas épocas e noites. Alegavam que uma estranha luz permanecia na estrada iluminando tudo. Motivados pelo medo e certo pavor da estranha luminosidade batizada de “et”.

Por fim Araújo contou aos pesquisadores da UPUPI a experiência inusitada vivenciada pelos caçadores conhecidos como “Zé do guará” e  “foboca” na localidade “carnaíbas”. O  primeiro estava sentado na rede e foi iluminado por um objeto desconhecido. Não  dando importância ao fato, resolveu vir embora com o companheiro. No caminho “foboca” sentiu vontade de fazer necessidade fisiológica e ao entrar no mato e permanecer agachado por um instante, foi surpreendido por aquele intenso facho de luz. Gritou ao companheiro “Zé do guará” que pegasse sua arma e atirasse no aparelho. Talvez motivados pelo susto e medo, não conseguiram localizar nenhuma das armas e correram até a sede do município.

Os fatos contados por Araújo, contudo, ainda precisam ser verificados pois os ufológos não tiveram tempo de checar a veracidade de tais fatos. Apesar disso, colheram outros depoimentos narrados pelas próprias pessoas que vivenciaram as aparições.

O Tenente Pilar, delegado de Miguel Alves à época, informou à UPUPA que a onda era tão evidente que certa vez o objeto pousou num campo dentro da cidade em época de festividades juninas. Nesta situação foi comunicado pelos populares sobre este fato e teve que se desloca correndo com a guarnição para esta área. O local era próximo da delegacia, permitindo chegar rapidamente. Ao aproximar-se do campo, o objeto decolou lentamente como era de costume e no alto segue rapidamente para um outro ponto mais à frente. Conta ele que pegaram a viatura e seguiram para este segundo ponto de pouso. Alguns minutos passaram até chegarem onde o óvni já havia pousado novamente. A distância entre a viatura e a nave era de aproximadamente uns trezentos metros. Pilar relatou ainda aos ufólogos que o objeto assemelhava-se a uma sombrinha aberta, com possíveis pontas laterais servindo como ponto de apóio no solo. Passados alguns minutos e já motivado pelos inúmeros relatos dos populares, resolveram disparar dois tiros na tentativa de intimidá-lo e afugentá-lo. Neste instante o aparelho decolou e seguiu rumo ignorado. Veja abaixo o depoimento filmado do Tenente Pilar aos ufólogos da UPUPA:

Ivan Lopes contou aos ufológos da UPUPA um fato ocorrido em 2004 com sua pessoa quando ele e seus colegas rumavam para caçar nas matas do município de Miguel Leão, na tentativa de caçar cutia. Durante o dia nada pegaram, mas resolveram arriscar a noite para pegar tatu. Enquanto alguns arriscavam cavando buraco com a pá para localizá-los, Ivan acendia a lanterna para o alto iluminando os morcegos que voavam. Falou para os companheiros que notou uma  “estrela” descendo, e estes duvidaram de sua afirmação. Pediu para que eles olhassem para o céu e observassem uma determinada estrela no firmamento. Ao acender novamente sua lanterna, todos viram que o referido ponto luminoso apagou-se. Com medo das inúmeras histórias contadas por muitos, trataram de caçador ivanarrumar suas ferramentas e partir o mais rápido possível. Ao caminharem alguns metros, lembrou-se Ivan que havia deixado a pá e olhou para trás, vendo neste instante uma intensa luminosidade sobre a mesma. Relatou o fato aos companheiros que neste instante perceberam o “aparelho” seguindo muito baixo em sua direção. Lembra que o pânico foi generalizado, todos gritando, chorando e chamando por seus familiares. Nunca correram tanto como naquela noite. Na cidade alguns não acreditavam na experiência que havia passado. Lembra bem de um caçador que debochava dele, até que certa noite foi caçar na localidade “tucuns” e teve um encontro com o referido “aparelho”. Deixou rede, espingarda, lanterna, e chegou em Miguel Leão até sem camisa e apavorado.

Elizângela e seu marido (Luis) foram protagonistas  de um contato ufológico quando se dirigia para uma festa próxima a cidade de Miguel Leão neste ano de 2005. Contaram eles aos pesquisadores da UPUPA que seguiam de moto pela estrada vicinal e Elizângela estava a mesma na garupa e observava as estrelas no céu (um velho hábito), quando notou uma luz diferente numa altura bem abaixo do normal e que os seguia. Num certo instante aquele pequeno foco se transformou em vários pontos de luz de um mesmo objeto com dimensão bem maior que a anterior. A luminosidade avermelhada e brilhante circulava todo o aparelho com uma luz de maior intensidade branca na ponta ou “cabeça” como ela definiu. No percurso tentava mostrá-lo ao marido apontando-o, mas este devido à atenção na estrada e sem ver qual rumo ela se dirigia, olhava apenas pelo retrovisor da moto e nada via. O medo da situação levou Elizângela a repetir sucessivamente a frase “….ele vai nos pegar !”, e isso permaneceu até eles chegarem próximos a umas casas no local da festa que iam participar. Perceberam que outras pessoas também observavam o mesmo objeto. Ao parar a moto, seu marido pôde perceber então a luminosidade de que ela tanto falava, só que bem mais distante. Notaram que o óvni era de forma alongada e que seguiu rumo a cidade de Miguel Leão.

Outros fatos aconteceram com o casal em experiências distintas e pessoais. Conta ela que certa vez estava tomando banho em um banheiro que fica no quintal de sua residência, e devido à escuridão resolveu deixar a porta aberta. Observou na linha horizontal do firmamento, uma “estrela” azul que após um instante foi crescendo a tal ponto que imaginou que fosse cair. De repente a mesma se deslocou no sentido  de onde observava deixando um rastro de luz semelhante à solda elétrica.

Conta ela que dormia certa vez sozinha, já que seu marido havia ido caçar (velho hábito de muitos moradores interioranos), e ao acordar na madrugada, percebeu uma pequena luz esférica projetar-se do chão e deslocar-se até atravessar o teto. Percebeu próximo do quarto como se fosse a cabeça de uma pessoa. Lembra que não teve reação e que seu coração pulsava intensamente.

Seu marido, Luís, também teve outras experiências com o fenômeno. Numa dessas caçadas, e já alertado por Elizângela sobre as aparições noturnas do óvni na região, não deu importância ao fato e costumava repetir que só acreditaria se ele mesmo tivesse uma experiência pessoal. Certa vez há alguns anos atrás, estava sentado numa rede de espera próximo a um paredão (30 metros) nas matas de Miguel Leão, quando ouviu o barulho de pequenas pedras e folhas caírem do alto. Havia colocado um plástico acima da rede para evitar que o orvalho retido nas folhas das árvores caísse sobre ele. Recolheu um pouco do mesmo para olhar para o alto do paredão na tentativa de identificar a origem do barulho. Sua intuição dizia ser os movimentos de um guandu (pequeno lagarto)  e realmente se confirmou quando acendeu a lanterna e o localizou. Em seguida voltou ao estado de espera e passou a notar numa poça d’água a sua frente uma certa luminosidade refletida.

Tentou imaginar se havia outros caçadores na região e não lembrava de ter visto algum. Resolveu puxar novamente o plástico para olhar na direção do ponto refletido e surpreso viu um objeto muito luminoso como a procurar o ponto de origem de sua lanterna. Havia seis luzes (branca) no objeto, três em cada lado. A sua forma era oval e produzia um som semelhante a um ventilador. Seus movimentos eram ondulatórios e estava a uma distancia de 30 metros aproximadamente.

Um certo tempo se passou nessa procura e o óvni subiu um pouco e supostamente parece que “acelerou” (definições de Luis) no sentido de deixar o local, produzindo sobre o caçador uma intensa onda de frio paralisante. Após este incidente e questionado sobre algum efeito físico sentido, lembra que por duas vezes notou uma intensa fraqueza e tontura, mesmo se alimentando muito bem. Nos  contou ainda que uma semana atrás desta entrevista, seu amigo “reizinho” teve uma experiência semelhante quando se encontrava numa espera. Após acender um cigarro, trocar as pilhas da lanterna e testá-la, uma forte luz se projetou sobre ele. O incidente provocou muito medo, pois é freqüente na região, caçador deixar rede, espingarda e acessórios no local, fugindo da suposta luz que tanto tem provocado temor aos seus protagonistas.

O casal nos relatou que dormiam certa vez quando acordaram ouvindo sobre sua casa um barulho semelhante ao descrito pelo marido em sua experiência na mata. Aquele fato intrigou-os tanto que ela saiu de casa na tentativa de observar se havia alguma coisa no alto e logo nada se confirmou.

Luis relatou-nos  sobre fatos interessantes acontecidos alguns anos atrás. Num  deles era de tarde, as 16:00 horas aproximadamente. Estava em sua roça (costume nordestino de plantio para garantir o sustento da família), para colher feijão e milho. Descansava debaixo do rancho (pequena casa para estoque da colheita) quando ouviu um som semelhante à chuva. Saiu do abrigo e notou as folhas do plantio balançarem com um vento localizado e não identificado. Este fato intrigou-o porque olhava para cima e não via nada, mas sabia que havia alguma coisa acima daquela estranha ventania. Lembra que ela permaneceu se movimentando por alguns pontos da roça e que se baseava pelas ondulações das folhagens. Aquele estranho comportamento foi se deslocando sobre outras vegetações naturais da região, até subir uma serra próxima.

Após presenciar este fato, foi colher o feijão e ficou surpreso ao tocá-lo. No local onde o “vento” passou, estava completamente gelado, como se tivesse tirado da geladeira. Percebeu no dia seguinte que toda a vegetação por onde o fenômeno passou (folhas do feijão e outros vegetais) havia secado. Seu cunhado estava presente ao fato e ambos ficaram a questionar sobre o incidente.

Pouco tempo depois o seu próprio cunhado foi protagonista de um fato semelhante. Estava numa “espera” e assombrou-se com uma estranha ventania sobre ele. Deixou todo o material de caça no local e correu rumo a cidade. Somente retornando ao lugar posteriormente para pegar o que havia deixado. Após este acontecimento nunca mais se interessou por caçadas.

luis pereiraDois dias antes da chegada dos pesquisadores da UPUPA em Miguel Leão, em novembro de 2005, o Senhor Luis Pereira presenciou um Ovni sobre a serra do Grajaú. Este referido ponto fica a uns seis quilômetros  depois do município de Miguel Leão. Por ser uma extensa área, o “aparelho” é visto em diferentes pontos da mesma. Luis tem também o hábito de caçar como muitos outros, e naquele dia pôde observá-lo pela segunda vez deslocando-se muito próximo de onde caminhava (50 metros). Conhecendo a forma de interceptação do objeto, seguiu apenas o seu itinerário sem acender nenhuma lanterna. Nos relatou que é serra do grajaúfrequente a aparição por toda aquela região. Normalmente mais visto entre 19:00 e 20:00 horas, meia noite quase não se tem noticia, mais depois das 3:00 horas da madrugada até as cinco é um horário propício para se ter algum tipo de contato. Questionado sobre a forma do objeto, contou-nos que se assemelha com um “capacete”, redondo em sua forma luminosa. Possui uma pequena luz vermelha que pisca sempre. Lembrou também que outros companheiros já presenciaram o mesmo fato em épocas distintas.

Os pesquisadores da UPUPA estiveram em Miguel Leão novamente em 2011, quando entrevistaram Antonio Luzitácio, morador daquela cidade. Ele contou-lhes que vinha de Agricolândia de moto com um amigo quando percebeu uma luz lhes seguindo de longe na BR. Tiveram medo, pois o aparelho parecia uma “tocha” de fogo vermelho que parecia estar seguindo a eles. Contou que o OVNI os seguiu por uns 15 minutos flutuando sobre a pista, até que passaram por uma cerâmica à beira da pista, quando a tocha de fogo recuou.

CARACTERÍSTICAS DO OVNI DE MIGUEL LEÃO

Das entrevistas realizadas em Miguel Leão, principalmente aqueles incidentes envolvendo caçadores e agricultores, pode-se de fato afirmar alguns pontos característicos do suposto óvni. Embora  muitos tenham vivido experiências distintas em lugares, épocas e horários. Na realidade, existe um processo que colabora com os acontecimentos:

O óvni atua na região há muito tempo, aproveitando-se do isolamento geográfico e de poucos recursos tecnológicos disponíveis no município.

  • Na região ainda se praticam intensas caçadas noturnas, contribuindo com  a presença humana disponível para interceptação.
  • Pratica-se o plantio rudimentar (roça de toco), sendo também de fácil localização no período diurno.
  • A princípio, o(s) objeto(s) permanece(m) no alto disfarçado(s) de estrela para difícil localização.
  • Localizam os caçadores pela própria luminosidade de suas lanternas.
  • Projetam uma intensa luminosidade sobre a vítima, resultando numa queda de temperatura (frio) ao partirem. Contradizem nossas leis sobre o aquecimento resultante de uma intensa luz artificial.
  • Utilizam-se provavelmente de imagens holográficas ou manipulações mentais quando aparecem durante o dia. Principalmente porque as vítimas só conseguem ver o movimento localizado das plantas, o barulho semelhante à chuva e o processo seguinte de encolhimento ou secagem das folhas.
  • As formas e tamanhos são variados, e isso depende do ponto visual de observação e das condições psicológicas. Alguns relatam de forma circular, arredondado ou alongado. Um fato bem caracterizado foi no incidente do pouso. O cano projetado sobre o centro do óvni pode ser uma espécie de mecanismo que faz uma varredura do lugar na tentativa de proteger, já que o mesmo está vulnerável no solo.

RELACIONANDO O FATO COM OCORRÊNCIAS EM OUTROS MUNICÍPIOS PIAUIENSES

Os fatos parecem guardar relação com as mesmas luzes que aparecem na região próxima a Altos, Pau D’Arco e Coivaras, onde as visões ocorrem há décadas e com certa frequência. Para saber mais sobre estas outras ocorrências, leia aqui, aqui e aqui. Acredito que o fenômeno também guarde relação com os carneiros de ouro vistos em várias serras e morros piauienses, a exemplo da Serra de Santo Antônio (Campo Maior) e do Morro do Leme (Oeiras), onde surgem luzes aos pés das elevações que as pessoas mais antigas julgam ser carneiros de ouro. O Piauí, como se vê é um lugar repleto da aparição de luzes e isso merece ser melhor analisado pelas autoridades competentes. Talvez eles estejam por aí… Às vezes não os vemos porque as luzes da cidade ofuscam nossa visão do céu noturno…

FONTE:

https://www.meionorte.com/blogs/upupi/diario-de-bordo-entre-pedras-espinhos-e-incertezas-desejantes-retomada-a-miguel-leao-como-forma-de-encontro-ao-mundo-de-reflexao-ufologica-137614

http://www.upupi.com.br/artigoflavio9.html

http://www.upupi.com.br/artigomiguelleao.html

https://www.youtube.com/watch?v=QDww-6dk-LQ&feature=youtu.be

https://www.dailymotion.com/video/xs1awl

Imagens/Entrevista Tenente Pilar / Vídeo “Perseguições Luminosas em MIguel Alves”: Flávio Tobler

Reportagem: TV Meio Norte/ Wellington Raulino (repórter)

Retrato Falado dos OVNIS: Inquérito Policial – Delegacia de Miguel Alves – Tenente Piilar

TEXTOS: JOSÉ GIL BARBOSA TERCEIRO / UPUPI

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