HALLOWEEN SANGRENTO COM AS ALMAS

(Altos – Piauí)

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31 de outubro. Aproximadamente 19 horas. Era noite de Halloween, ou como chamam em bom português, dia das bruxas. O costume nascido entre povos europeus eras atrás de celebrar a magia que infesta a Terra nessa data e em dias próximos a ela hoje está disseminado por todos os cantos do mundo.

Ao que parece, tudo isso começou com o Samhein celta, uma festa homenagem ao rei dos mortos. Os costumes, vindos da Europa, chegaram à América através dos colonizadores: No México, se celebra o dia dos mortos, nos EUA o Halloween, no Brasil, o dia dos finados e, por influência da cultura americana, também o dia das bruxas. Comemora-se, ainda, no Brasil inteiro, o dia do Saci, em 31 de outubro. No Piauí, o governo instituiu que se celebre na mesma data o dia das lendas piauienses, e, especificamente na Vila Pagã, adeptos do Paganismo Piaga, uma religião politeísta nascida em nosso estado, festejam a festa das almas. Todas essas celebrações ocorrem no mesmo período.

A razão para tanto é que, segundo dizem, no período de 30 de outubro a 02 de novembro, a fronteira entre o mundo espiritual e o mundo material estão mais frágeis. Espíritos ancestrais de nossos antepassados conseguem manter um contato mais íntimo com seus entes queridos. Guias espirituais, espíritos bons, e demônios, espíritos obssessores e zombeteiros, maus, também conseguem manter contato mais forte. Há quem diga que com a ajuda de bruxos que desenvolvem magia negra, podem até mesmo cruzar essas fronteiras. Assim, para homenagear os bons e afastar a fúria dos maus é que se diz que nasceu o costume de celebrar essa data.

Enquanto boa parte do mundo está comemorando essa data, na cidade de Altos nada faz lembrar esse período. Durante todo o dia, a rotina do povo foi exatamente igual a todos os outros dias. As pessoas trabalharam, foram à escola, ao mercado, coisas desse tipo, mas nenhuma celebração ou festa em comemoração ao que se chama por aqui de dia das bruxas.

Sabrina, uma jovem órfã de visual dark, com poucos amigos e amante de assuntos místicos, está em seu quarto, deitada na cama no profundo silêncio da casa em que mora sozinha. Entediada liga o som bem alto na música “Cupid Carries a Gun” de Marilyn Mason. A moça tinha se apaixonado pela música desde que a viu como tema de abertura da sua série preferida, Salem, um seriado com temática sobrenatural que tem como personagens principais bruxas adoradoras do diabo que, como toda mulher, têm seus problemas com o marido, com o povo, com os filhos e com as outras bruxas, e que vivem em um cenário sombrio de uma pequena cidade de séculos atrás que mais lembra a cidade em que morava, pois lá também não tinha nada além dos conflitos e discórdias entre os personagens.

“Não é possível que eu vá passar o dia das bruxas assim. Eu devia estar celebrando! Já sei… vou ver o que a galera tá fazendo”, pensa enquanto pega o celular para entrar no whatsapp. Para surpresa da jovem, no grupo em que conversava com seus poucos amigos o pessoal já demonstrava a mesma indignação e todos perguntavam o que iriam fazer para celebrar aquele dia.

Fazenda Buritizinho 1No ano anterior, haviam ido à fazenda Buritizinho, uma antiga fazenda de escravos nas redondezas da cidade que hoje dizem ser habitada por espíritos atormentados dos cativos que ali morreram séculos atrás. Foi uma noite bem legal. Tiveram a oportunidade de comemorar bem  próximo do antigo cemitério de escravos que existe ali. Mas esse ano ninguém sabia o que fazer. Não tinham conseguido nenhum lugar tão legal quanto a Buritizinho. Depois de algumas sugestões esdrúxulas como a casa de um ou o sítio de outro, que nada tinham de especial, alguém sugere que a celebração daquela noite se realizasse no santuário  do Desastre.

O santuário do desastre é um monumento que foi construído em homenagem às almas que morreram em um dos maiores acidentes de trânsito da história do Piauí. Um ônibus repleto de passageiros colidiu frontalmente com um caminhão carregado de madeira, dando causa a mais de três dezenas de mortes. Depois disso, as pessoas começaram a dizer que por ali apareciam espíritos e devido à forma trágica e sofrida que morreram, tão repentinamente, consideraram sua partida para o outro mundo um suplício tamanho que suas almas haviam sido purificadas pelo sofrimento, de modo que, agora, eram todas as vítimas tidas por santos. O santuário foi então construído no lugar do acidente, bem pertinho da Fazenda Buritizinho, há alguns quilômetros da zona urbana de Altos, à margem da estrada que liga a pequena cidade à capital, Teresina. A distância entre o santuário e a entrada da fazenda era de alguns metros apenas, sendo separados pela BR-343.

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Sabrina, de imediato, achou a idéia excelente. Como não havia pensado nisso antes? O grupo todo ficou eufórico com a idéia, de modo que em pouco tempo estava tudo combinado. Levariam para lá uma churrasqueira para assar carne e cada um levaria sua própria bebida. Os que tocavam violão haviam se comprometido em tocar para animar a festa. Aquela, com toda a certeza, seria uma noite memorável. Combinaram de chegar ao lugar já tarde da noite, lá pelas 23:40 horas, para não chamar a atenção de ninguém. Nesse horário o trânsito de veículos entre Altos e Teresina já estaria bem menos intenso e até mesmo o último ônibus já haveria passado por ali.

Quando Sabrina chegou ao lugar todos já estavam lá. Cat, Barth, Rose, Lea, Sergio, Ricardo, Zé, Márcio, Daniel, Victor… até os casais Francisco e Paula, e Pablo e Diego, os mais medrosos, que haviam dito que não iam resolveram aparecer. Não faltou ninguém. Estavam todos sentados em um grande círculo ao redor do marco de pedra construído em memória aos mortos à luz apenas de muitas velas e do luar. Márcio tocava seu violão enquanto o resto do pessoal ria, bebia e conversava sobre lendas e assuntos assombrosos.

No meio dessa conversa toda Daniel começou a contar o motivo de chamarem aquele lugar de “Desastre”. Por incrível que pareça, embora tenham vivido por toda a vida naquela cidade eram muitos os que não sabiam. É até compreensível em um mundo onde as pessoas se falam cada vez menos e a história oral tem sido esquecida com o tempo. São cada vez mais raros os momentos em que as pessoas se reúnem em grupo para conversar sobre tais temas como estavam fazendo ali. A história do acidente, ocorrida décadas antes, não era de conhecimento de todos. Até havia um texto na internet explicando a origem do santuário, mas como hoje em dia as pessoas não conseguem ler mais que três linhas, pouca gente tinha lido.

Mal Daniel havia terminado de contar a história, Zé começou a contar uns causos assombrosos e bem assustadores relacionados ao lugar. Narrou a história da alma penada que ficaria por ali pedindo carona para chegar ao destino que se encaminhava no ônibus quando perdeu a vida. Contou também alguns relatos que tinha ouvido da gente que ia fazer promessas àquelas almas em troca de ex-votos, afim de alcançar alguma graça. Ao que parece as almas do desastre não toleravam que a pessoa prometesse e não cumprisse. Iam sempre atrás de cobrar os devedores.

Márcio, parando de tocar o violão, contou uma história sobre a Buritizinho que ouvira depois da celebração do dia das bruxas naquele local no ano anterior. Parece que havia uma lenda que dizia que como muito sangue negro já havia sido derramado na Fazenda, no dia em que sangue negro fosse novamente derrubado na Buritizinho, os cativos mortos, enterrados na Fazenda, iam se levantar em busca de vingança.

– Besteira! Onde já se viu? Esses cadáveres já tem séculos de idade! devem tar todos caindo aos pedaços… – concluiu Sabrina, jogando ao centro da roda uma tábua Ouija.

– Agora vamos poder falar com os mortos saber se isso é verdade… – complementou.

Os amigos todos ficaram surpresos. Ninguém ali nunca tinha sequer visto uma tábua Ouija. Ficaram apreensivos, mas nem sabiam como invocar os espíritos. Um dizia que tinha que cortar a mão e deixar escorre sangue sobre a tábua, outro afirmava que só precisava orar e convidar os espíritos a se apresentarem ali, que se houvesse algum ele se apresentaria.

Depois de algumas tentativas frustradas, onde passaram algumas dezenas de minutos perguntando se havia alguém ali que quisesse conversar com eles, sem obter qualquer resposta, Francisco, embriagado, pisou na tábua partindo-a ao meio.

– Agora chega! Vocês nem sabem o que estão fazendo. Tão se metendo com coisa séria. Não conseguem sentir que a atmosfera desse lugar é carregada demais para vocês brincarem com essas coisas? – retrucou o rapaz.

– Que nada! Tu é muito é um otário… Qual a precisão que tinha de tu fazer isso? Me dá aqui essa garrafa – disse Sabrina muito alterada tomando a garrafa que Francisco trazia à mão de um supetão tão grande que o rapaz caiu sentado no chão.

Os amigos ficaram todos boquiabertos. Nunca tinham visto Sabrina tão zangada. Nem parecia Ela mesma.

– E ainda bebeu a última garrafa sozinho essa carniça… Que merda! Acabou a festa… – Sabrina estava visivelmente zangada, irreconhecível. Seus amigos não sabiam compreender o que estava acontecendo.

– Mulher te acalma, ainda tm uma garrafa de cachaça ali… – disse Lea apontando para o pé do marco que havia no monumento. Era um litro de cachaça que havia sido depositada ali por algum fiel devoto das almas em agradecimento a alguma graça que estas haviam lhe concedido.

Sabrina pegou a garrafa e destampou. Preparava-se para virar o líquido precioso gargalo abaixo quando Cat lhe disse:

– Mulher se eu fosse tu eu não bebia isso aí não. Isso daí é das almas que alguém trouxe para elas. Vai que elas não gostam…

– Que alma que nada. Eu quero é beber. E se eu quero, eu posso e se posso eu vou fazer. – ditas essas palavras Cláudia entornou a bebida, empurrando-a guela abaixo. As pessoas atônitas observavam ela secar um litro inteiro de aguardente sem deixar escorrer uma gota pela boca.

– Pronto! – disse Sabrina jogando a garrafa ao chão – Está feito.

Nesse momento, Sabrina dá as costas ao grupo e se afasta um pouco da turma. No mesmo instante, o casal Pablo e Diego também decide se afastar um pouco para partilhar alguns momentos românticos. O grupo volta a cantarolar ao som do violão, enquanto Paula reclama por Francisco ter quebrado a tábua Ouija.

Depois de aproximadamente uns vinte minutos, Sabrina ainda está lá, parada em pé, de costas. Desde que chegara ali parecia que não havia se mexido. Percebendo que havia algo de estranho Lea resolve ir até a amiga e perguntar-lhe se está tudo bem. Nem sequer tem tempo de dirigir-lhe alguma pergunta. Ao tocar, por trás, o ombro de Sabrina, a amiga se vira e ataca. Com uma força sobrenatural derruba Lea ao chão e cai por sobre ela, enfiando as mãos em sua barriga arrancando as tripas fora e levando à boca, devorando a amiga viva enquanto esta jogava sangue pela boca…

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Os amigos observam a cena sem acreditar no que presenciavam. Os olhos de Sabrina estavam estranhos. Seu rosto parecia estar tomado por uma fúria do além. Mas o que poderia  ter acontecido a ela? Ninguém ali queria esperar para descobrir. Todos correm em disparada, uns para um lado, outros para o outro, buscando refúgio em meio às matas próximas.

Ao longe ainda escutam um grito tamanho que parecia estar bem perto. Trinta e três vozes saíam da boca de Sabrina. Umas de crianças, outras de homens e mulheres feitos. “NÓS SOMOS DESASTRE… E VOCÊS VÃO NOS PAGAR POR ESSA AFRONTA!”, dizia a moça enquanto se levantava para correr atrás dos colegas.

Sem encontrar nenhum deles, Sabrina, possuída pelas almas do desastre, resolve procurar nos carros que estavam estacionados em frente à velha cooperativa que ficava ali perto. No interior de um dos veículos o casal Pablo e Diego curtia momentos a dois. Estavam seminus aos beijos e abraços. No rádio, a VALE FM tocava “Dou a vida por um beijo” de Léo Magalhães. Aquela música melosa só deixou Sabrina mais furiosa. Ela deu um soco através do vidro com tamanha violência que seu punho atravessou a cabeça de Pablo, esporrando sangue na face de Diego, que surtou em desespero e medo a tal ponto que saiu pela outra porta correndo velozmente aos gritos de horror. Não conseguia acreditar naquilo. Porque Sabrina teria feito aquilo? A melhor estratégia que conseguiu pensar foi ficar escondido em meio ao mato até que o sol nascesse.

Em seu esconderijo Diego se perguntava onde poderiam estar os outros. De repente, suas indagações foram interrompidas pelo som de gritos. Cada grito daqueles calado subitamente fazia o rapaz compreender que mais um de seus amigos havia sido vitimado. Durante  a noite foram vários gritos, até que Diego teve a certeza de que estava só. O silêncio lhe trazia a certeza de que todos os amigos estavam mortos.

Às vezes Diego via Sabrina caminhando velozmente de um lado para o outro, revirando o mato, como que procurando por ele. Quando não encontrava dava gritos horríveis. Pareciam várias vozes em um misto de fúria, terror e desespero, ansiando por se livrar de sua pessoa. Em um certo momento, Sabrina passou pertinho de Diego, mas ele se encolheu no meio das altas moitas de mato e não foi encontrado.

O cansaço, aliado ao álcool ingerido acabou fazendo o rapaz dormir. Ele  lutou muito contra a sonolência para que isso não acontecesse, mas o cansaço estava tão grande… Não teve jeito. Diego acabou pegando no sono.

Acordou na alvorada do dia que se chegava. O sol estava levantando e não havia o menor sinal de Sabrina por ali. Teria ela desistido? Ficou escondido mais um tempo para se certificar, mas não viu sinal de ninguém por perto. O sol já havia nascido. Ainda não eram seis da manhã, mas o dia já estava claro. Finalmente aquele pesadelo havia acabado.

O rapaz saiu andando pela estrada, sem saber como iria explicar aos pais do namorado e dos amigos que todos estavam mortos. Talvez não devesse dizer nada, afinal estava coberto de sangue  de Pablo, e, com certeza, poderiam pensar ser ele o autor das  atrocidades. Em meio às incertezas do que lhe aguardava no novo dia, Pablo se aproximava da Fazenda Buriitizinho. A caminhada até a cidade era longa, mas não podia pegar um carro que não lhe pertencia. Isso só iria complicar ainda mais a situação.

De repente é surpreendido por um ataque sorrateiro que lhe lança ao chão. Era Sabrina. Ela não havia desistido. Estava apenas escondida esperando a hora certa de atacar. A moça salta sobre o rapaz, montando nele, e, com as duas mãos, agarra sua cabeça e empreende uma força tamanha que termina por arrancá-la fora, sem que ninguém  apareça para ajudar apesar dos gritos do rapaz, que são silenciados quando a cabeça é separada do corpo, rompendo, também, as cordas vocais. Ao final, a jovem dá uma gargalhada sinistra, que provavelmente, de tão alta, deve ter sido ouvida a alguns quilômetros de distância.

Nesse momento, Sabrina volta a ser ela mesma. Vê-se, de repente, sobre um corpo, coberta de sangue, segurando a cabeça do amigo nas mãos. O susto foi tamanho que a reação da moça foi gritar desesperadamente e jogar a cabeça fora. Mas afinal o que havia acontecido? Havia sido ela a autora de tais horrores? A preocupação era tamanha que a moça não tinha reação alguma. Ficava apenas ali, sentada, olhando o corpo de Diego, seu pobre amigo negro, da mais tenra infância, confidente de todas as horas, companheiro fiel… Tão lindo, parecia ébano puro. Agora ela havia feito aquilo? Mas como? Ela não lembrava de nada.

Perdida em meio às dúvidas, a moça não reparou o sangue do amigo escorrendo para dentro da Fazenda Buritizinho. Antes mesmo que pudesse perceber, um som de tambores africanos começou a ecoar na sua mente. A batucada era tão alta que ela não conseguia nem sequer raciocinar direito. Só teve tempo de ver, antes de desmaiar, mãos se erguendo por todo o solo da Fazenda. Eram os negros da Buritizinho que estavam voltando para cobrar a vida daquela que havia derramado mais uma vez sangue negro na velha Fazenda de Escravos…

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TEXTO: JOSÉ GIL BARBOSA TERCEIRO

ILUSTRAÇÃO: DOUGLAS VIANA

4 comentários em “HALLOWEEN SANGRENTO COM AS ALMAS

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  1. Foi de arrepiar este texto! Fiquei com os nervos a flor da pele. Saí correndo desesperadamente, fui até a Pedra da Alma, perto da casa da Raimunda Foen, encontrei nada mais, nada menos que um jovem de uma perna só, pitando um cachimbo e um gorro vermelho na cabeça! Meu Deus! Senhor do Universo! Será se estou vendo o Sacy? Minha pele escura, embranqueceu e amarelou no mesmo instante pela cena constrangedora que observei, o sacy, envés de sorrir, chorava, gritava, gargarejava, tinia os dentes, e exalava um aroma de essência de gambá. Mesmo de longe ele me avistou pela frecha de uma luneta de bambu, e reivindicou um respeito quanto ao dia criado para ele aqui no Brasil! Chateado por tudo e com todos, subiu na Pedra da Alma, localizado no Bairro Lavanderia em Valença, e de lá ameaçou pular e acabar com esta festa norte americana que o Brasileiro comemora. Quando vi aquela cena, fiquei trêmulo e não contive as lágrimas, desceram, mas desciam de forma tão incontrolável que logo formou um rio, quando menos espero, antes mesmo de entender a revolta do sacy, chegam: o cabeça de cuia, a Num Se Pode, a Prisilina, a Preta mão de onça, o Gemido do Rio, a mulher nua da Mesa de Pedra, a noiva da Santa Rosa, o barba Ruiva e tantos outros, com bandeiras vermelha, que mais pareciam partido de esquerda no Brasil, e um grito de guerra: Abaixo o halloween, fora esta bruxas! E de fora repetida soavam tão forte nos meus ouvidos, que resolvi dormir para poder sonhar e acreditar, que alma penada existe, tocha de fogo andante, também, e as assombrações que somente existem no morro do Pereira no Buritizal em Valença do Piauí, são capazes de fazer um reboliço daquele tamanho. Tudo isso foi o suficiente para festa do Hallowenn em Valença só ser feita no dia 4 de novembro no Bar do Nelsim! Mas vai ser uma festa e tanto, porque já é realizada há mais de 20 anos, mas para tanto tem que pedir licença ao sacy e a Prisilina . O primeiro para não não aprontar com ninguem e a segunda para dá uma trégua e não entregar a vela para ninguem antes que a festa termine! Foi o que pude fazer!

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  2. Eita, o Ilustrador, ão teve coragem de atender o pedido! Vou recorrer ao Prof. George Barros! E se ele não tiver tempo! Vou até a cidade de Bocaina-PI, suplicar a lenda da Vela para ver se ela tem coragem de ilustrar, caso contrário, a Kindou, clic a foto de uma alma sobre a pedra! Eita!

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